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Digitalização no ponto de venda melhora acessibilidade

A melhoria da acessibilidade deve fazer parte da pauta do varejo, tanto por uma questão de inclusão e respeito aos milhões de brasileiros que possuem algum tipo de necessidade especial, tanto por uma questão comercial – afinal, são consumidores e, como todos os demais, merecem ter uma jornada de compras agradável. 

É muito importante avaliar o quão acessível é a sua loja física e, principalmente, o que pode ser feito para elevar o nível de experiência desses clientes, oferecendo um atendimento digno e responsável. 

A boa notícia é que a digitalização no ponto de venda melhora a acessibilidade, como mostraremos neste artigo. 

Breve perfil das pessoas com necessidades especiais no Brasil 

De acordo com uma pesquisa realizada pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 6,2% da população brasileira possui algum tipo de necessidade especial.  

Nesse universo, onde foram considerados quatro tipos de dificuldades, a deficiência visual é a que acomete maior número de pessoas. Na sequência estão as dificuldades: física, auditiva e intelectual, todas elas podendo ser graves ou moderadas – vale lembrar que o envelhecimento da população brasileira tem aumentado o número de pessoas com limitações, levando-as a engrossar essas estatísticas. 

Grande parte dessa população é independente, economicamente ativa e vai às lojas físicas para comprar dos mais variados tipos de produtos e serviços. Isto é, se o PDV for adaptado para receber e atender adequadamente esses consumidores. 

Por isso é tão bom saber que a digitalização no ponto de venda melhora a acessibilidade, além de atender novas prioridades do consumidor, como a proteção contra contaminações. 

Transformando o PDV em um local acessível  


Segundo a legislação brasileira, a pessoa com deficiência é “aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com um ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas”. 

Criado em 2004, e em vigor (de fato) desde 2014, o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015) assegura aos cidadãos a autonomia para exercerem atos da vida civil em condições de igualdade com as demais pessoas. 

As inovações trazidas pela legislação alcançaram, entre outros, espaços destinados ao varejo. Desde então, foram intensificadas ações para melhorar a acessibilidade e mobilidade nos estabelecimentos, atendendo exigências legais, mas também por uma atitude respeitosa – que gera pontos positivos para a marca e permite conquistar clientes em potencial. 

Pisos táteis, rampas, banheiros acessíveis, provadores e corredores maiores para passagem de cadeirantes foram os primeiros sinais de uma transformação que envolveu mudanças físicas e uma nova postura das equipes. 

Para permitir que a pessoa com necessidades especiais possa ir e vir aos pontos de venda, sempre elevando o customer experience, há muito mais a ser feito. E esse padrão de atendimento inclusivo tem muito a ganhar com a digitalização do PDV. 

A digitalização no PDV melhorando a acessibilidade 


Um indivíduo que tem algum tipo de deficiência deseja chegar à loja, supermercado ou praça de alimentação e ter acesso às informações que precisa para efetuar suas compras. 

Nesse sentido, a digitalização no PDV – que normalmente já oferece vantagens como indicar ofertas personalizadas aos consumidores ou estimular e agilizar a decisão de compras em função de informações relevantes e assertivas para o seu público – consegue colaborar com a construção de lojas físicas mais acessíveis e que promovam um atendimento inclusivo.  

O uso de soluções modernas oferece informações no formato adequado às variadas dificuldades, possibilitando maior autonomia a esses consumidores com características especiais. Vejamos alguns exemplos de como digitalização no ponto de venda melhora a acessibilidade. 

Monitores com sistema de áudio, textos claros e visual atrativo 

As lojas não costumam ter um intérprete de Libras – Língua Brasileira de Sinais, forma de comunicação mais utilizada pelas pessoas que têm algum tipo de deficiência auditiva. Porém, estima-se que 70% das pessoas nessas condições, leiam e escrevam em português. 

Isso significa que monitores instalados em pontos estratégicos, exibindo mensagens com layout chamativo e textos claros fazem toda a diferença, permitindo que esses consumidores tenham conhecimento de todas as ofertas, produtos ou serviços que a loja disponibiliza.  

Soluções como o Digital Signage oferecem conteúdos sempre atualizados e visualmente atrativos, permitindo que pessoas que não escutam – parcial ou totalmente – façam suas escolhas de modo consciente – é só entrar no PDV, apreciar as ofertas e fazer suas escolhas. 

Já o sistema de áudio atende os deficientes visuais que, ainda, podem se beneficiar de outras formas, como veremos a seguir. 

Digital Signage e assistente de voz: mais independência no PDV 

Grande parte das pessoas com deficiência visual utiliza assistentes de voz para poder executar tarefas variadas no trabalho e na vida pessoal. 

Soluções como o i-Learn podem dar a essas pessoas a independência que desejam – e merecem. A tecnologia permite que produtos expostos na loja sejam equipados com sensores ou tags conectados a um monitor. Ao serem manipulados, permitem ao consumidor obter em seu smartphone – que tem o recurso de assistente de voz ativado – preço, composição e outros dados sobre o item pesquisado. 

Outra forma de atender bem esse consumidor, é oferecendo ofertas combinadas. Se o cliente optou por uma calça, por exemplo, soluções como etiquetas de RFID podem indicar camisas que combinem com a peça – tudo isso, claro, tendo o apoio do assistente de voz do próprio cliente. 

Dicas importantes para a acessibilidade no PDV  

Pensando na digitalização como forma de tornar o ponto de venda mais acessível, existem algumas considerações importantes: 

  • A instalação de monitores e outras soluções devem ser precedidas de um estudo do espaço, visando definir o melhor local para cada uma delas, bem como mantendo ambiente seguro e confortável para quem usa cadeira de rodas, bengala ou outros apoios; 
  • Soluções que permitam interatividade, mas necessitem de toques por parte dos clientes precisam ser devidamente higienizadas após o uso de cada cliente e, no caso de pessoas cegas, o sistema de áudio pode informar que está sendo executada essa ação, bem como demais medidas de proteção adotados pela loja; 
  • Algumas pessoas, em especial as que possuem algum tipo de dificuldade intelectual, podem precisar de mais tempo para ler a mensagem transmitida por meio de monitores e outros recursos do PDV. Outra opção é ouvir o áudio, facilitando o entendimento da mensagem. 

As marcas precisam preparar suas lojas físicas para receber bem todo cliente, tornando sua experiência o mais positiva possível. Nesse sentido, e considerando a necessidade da inclusão – tanto por uma questão de respeito, como por uma questão de mercado -, a digitalização no ponto de venda melhora a acessibilidade e colabora para aumentar os resultados. 

VTT é especialista em soluções digitais aprimora o customer experience. Após conhecermos suas necessidades, criamos um projeto especial que contemple todos os aspectos de seu PDV, incluindo, condições para atender adequadamente pessoas com necessidades especiais.  

Saiba mais: entre em contato conosco 

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