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Muito se fala sobre a importância e os benefícios de divulgar conteúdos dinâmicos e das vantagens e inúmeras possibilidades que um sistema de sinalização digital permite. Entretanto há uma dúvida que sempre paira no ar: “Devo instalar TVs LCD ou monitores profissionais?” “Qual a diferença entre eles?”.

 

Para esclarecer o tema, antes, vale conhecer um pouquinho da história que faz nosso mundo ser um mais colorido, dinâmico e atrativo.

 

Túnel do Tempo

Tudo começou quando engenheiros começaram a criar um sistema de signos para orientar o trânsito. Posteriormente, em 1929, veio primeiro sinal de néon, que era um indicador precoce do que ainda estava por vir no mundo da sinalização digital. Nessa época, a indústria automobilística passou a utilizar as laterais dos edifícios para divulgar seus produtos, que antes só eram vistos em revistas ou nas barras laterais e estreitas dos jornais. A partir dai o estudo de Marketing e Publicidade começou a se desenvolver e junto com ele os questionamentos sobre “Por que as pessoas compram?”.

A resposta não demorou a vir: o consumidor compra para sanar determinada dor. E a publicidade decolou!

 

Com o advento da fotografia e, posteriormente, da TV e do rádio, transmitir essas mensagem ficou muito mais fácil do que por meio de desenhos, como era até então. O marketing digital estava nascendo!

 

Anos depois surgia, discreta e timidamente, a Internet, chamada por JCR Licklider de Rede Galáctica. Parênteses: em 1962, o cientista da computação escreveu sobre um conceito que ele imaginou onde os computadores eram interligados globalmente e dados poderiam ser compartilhados. (Curiosamente, o LED e LCD surgiram nesse mesmo ano).

 

Pessoas foram à loucura quando a televisão se popularizou e a tecnologia começava a florescer! Nasce então o VCR com a certeza de que agora vídeos poderiam ser produzidos, armazenados e reproduzidos com fins promocionais. Foi então que em meados dos anos 70 o setor varejista começou a utilizar-se desses vídeos para fazer anúncios publicitários dentro de suas lojas, estimulando o impulso de compra.

 

Para esclarecer, um videocassete conectado a uma tela não é exatamente o que conhecemos por sinalização digital, mas vale citá-lo como um precursor do que hoje chamamos de videowall.

 

Somente nos anos 90, quando a Internet explodiu e junto com ela a possibilidade de transmissão de conteúdos remota e em tempo real, que o conceito de signage começa a emergir!

 

A ideia toma fora

Mas afinal de contas o que é sinalização digital?

São inúmeros componentes tecnológicos que unem hardware e software na intenção de fornecer conteúdos específicos a determinado grupo de expectadores. Em suma são telas conectadas a um player ou um reprodutor de mídia [como, por exemplo, o vídeo-cassete dos anos 70].

 

Quem utiliza esse sistema normalmente opta por conectar seus reprodutores de mídia [ou players] em telas LCD, LFD ou LED.  – Neste post não falaremos especificamente do LED devido às suas aplicações serem mais específicas [aguardem os próximos].

 

A primogênita desta família – a tela LCD – foi desenvolvida a partir da descoberta de Richard Williams, de que os cristais líquidos exibiam algumas características interessantes eletro-ópticas; entretanto só foi batizada por George Heilmeier, em 1964. Da constante evolução tecnológica, somado ao desenvolvimento progressivo dos computadores, nasceram as telas LFD, (Large Format Display) ou em português, grandes telas de exibição.

 

Com uma imagem mais rica em cores, contraste mais acentuado e com uma alta definição, são mais indicadas para signage devido as suas molduras mais finas, o baixo consumo de energia (redução de 40% quando comparados com o LCD) e as opções de modelos outdoors, ideias para ambientes de exposição à chuva e altas temperaturas. Além disso, as LFD emitem menos dióxido de carbono, substâncias tóxicas ao meio-ambiente, e podem ficar longos períodos em funcionamento, o que, a longo prazo, reduz o custo médio do equipamento.

 

Falando em custos, as LFD têm modelos que dispensam o uso do player/servidor externo, reduzindo em até 30% o investimento em equipamentos, a instalação fica mais simples e clean, pois não utilizam cabos HDMI ou VGA e não ocupa espaço físico no rack, e, principalmente, diminui em até 60% a incidência de quebra dos componentes eletrônicos.

 

Agora que você já conhece as vantagens do LFD, só falta instalar um sistema de signage no seu negócio e colher os benefícios que ele vai te oferecer.

 

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